Leona Amarga
Onde se revela o legado da Patagónia
Leona Amarga destaca-se pelo seu papel pioneiro na conservação do puma na Patagónia. A propriedade destina mais de 7.000 hectares à proteção do felino mais grande do Chile, consolidando-se como um corredor biológico fundamental para a sua observação respeitosa e a fotografia de fauna.
Aqui encontrará uma abundante vida selvagem, onde convivem guanacos, raposas, tatus e mais de 40 espécies de aves. Este cenário natural é adjacente ao Parque Nacional Torres del Paine, oferecendo vistas diretas para o maciço que completam uma experiência de conexão profunda com a estepe.
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Como chegar
Como chegar por via aérea
Voe diretamente para o Aeródromo Teniente Julio Gallardo (PNT) de Puerto Natales, localizado a quase uma hora da estância. Outra opção é aterrar no Aeroporto Presidente Carlos Ibáñez del Campo (PUQ) em Punta Arenas, que oferece maior frequência de voos. A partir daí, deverá viajar três horas (250 km) por terra para chegar a Natales e, em seguida, continuar a rota.
Como chegar por via terrestre
Desde Puerto Natales, deverá percorrer 90 quilómetros por terra, uma viagem que demora cerca de uma hora e meia para chegar à Estância Leona Amarga, localizada no setor de Cerro Guido. A rota principal está pavimentada, mas o acesso final é de gravilha. Pode contratar um transfer privado ou alugar um veículo particular para ter maior flexibilidade durante a sua estadia.
Indispensáveis
Leve roupa confortável e adequada para desfrutar dos safaris que lhe permitirão percorrer a rota do puma com guias experientes. Recomenda-se levar uma câmara fotográfica, carregadores portáteis e binóculos para observar à distância. Por se tratar de um ambiente natural, é fundamental que cuide e respeite o meio ambiente.
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